Archive for the ‘arte’ Category

FILE 2011

23/07/2011

Dei uma olhada no catálogo do FILE 2011 e parece que está bem bacana (veja online no scribd).

Como já mencionei por aqui antes, o FILE cada vez mais tem que se reinventar – se antes era um lugar com novidades na área, hoje grande parte das obras e produções já podia ser vista na internet (o que é um bom sinal). Acho que porisso o festival está cada vez maior (além do SESI, tem obras no MASP, Conjunto Nacional, CCSP, nos metrôs – onde está o trabalho do amigo Fábio Fon – , entre outros).

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Arte Hacker e do Algoritmo (mesa)

23/07/2011

Assista o vídeo da mesa A Arte Hacker e do Algoritmo na qual participei com Daniel Hora e Guilherme Kujawski no Rumos Arte Cibernética no Itaú Cultural , dia 1/07 (mais info neste post aqui).

Clique na imagem acima ou no link abajo.

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Rumos Arte Cibernética (mostra e simpósio)

30/06/2011

Está acontecendo no Itaú Cultural (Av. Paulista) o Rumos Arte Cibernética, mostra e simpósio apresentando as obras e projetos dos artistas e pesquisadores premiados pelo Itaú Rumos nos anos de 2006/2009.

Participo da mesa desta 6a feira, dia 1 de Julho, às 19h, apresentando minha pesquisa sobre Poéticas Procedurais, ao lado de Daniel Hora, que pesquisa a Arte Hacker (UnB). No mesmo dia também terá uma mesa interessante sobre arte colaborativa, com minha amiga Tatiana Travisani, às 16h. No sábado também terá discussões interessantes sobre jogos, cinema digital e sistemas musicais interativos.

Pude conferir os trabalhos da mostra ontem na (ótima) abertura do evento, incluindo Campo Minado, projeto bacana de Claudio Bueno.

O simpósio vai até sábado, dia 2 (deve ter transmissão web também) e a mostra fica aberta até Setembro.

  • Itaú Cultural | Avenida Paulista 149 – Paraíso – São Paulo SP
    [próximo à Estação Brigadeiro do Metrô]

PS: os acima mencionados Tatiana e o Claudio são membros do grupo de pesquisa e arte Poéticas Digitais, do qual participo na USP.

Scribbles.ZX (Adrian Ward,1999)

03/06/2011

Programar é uma forma de arte tanto quanto, digamos, a pintura é um processo técnico. (Ward, 1999)

AdrianWard é artista digital e músico. Desde o primeiro contato com computadores, sua postura diante da máquina sempre foi de subversão. No artigo How I Drew One Of My Pictures (Ward, 1999), o artista descreve um programa simples que realiza rabiscos na tela, chamado Scribbles. O programa original está em ZX BASIC, então criei uma versão em Processing.

Clique aqui pra ver o computador rabiscando (abre em nova aba).

PS: mais alguém vê uma vaquinha na imagem acima?

Autonomia Cibernética | Emoção Art.ficial 5.0

29/03/2011

A boa arte tecnológica tem ainda essencialidade e eficácia: só poderia ser realizada assim e com esses meios. (…) [A] arte não é o mundo e não explica o mundo, mesmo quando embaralha dados factuais. Sem dúvida os meios determinam o modo como ela se constitui e é revelada, mas eles continuam no seu papel, que é o de mediar o sentido. Por isso mesmo a boa arte tecnológica não necessita se apresentar recoberta por um discurso excessivamente técnico. (Arlindo Machado)

Chegou aqui em casa o belo (e verde) catálogo da exposição Autonomia Cibernética, da qual participamos com o Projeto Amoreiras, no ano passado (2010), no Itaú Cultural. Esta foi a quinta edição da bienal internacional de arte e tecnologia – Emoção Art.ficial.

O catálogo tem 192 páginas e está cheio de belas fotos, gráficos e textos interessantes relacionados ao tema da bienal, que contou com trabalhos como Evolved Virtual Creatures (Karl Sims, 1884), Metacampo (SCIARTS, 2010) e o nosso próprio Projeto Amoreiras (Grupo Poéticas Digitais, 2010) – há ótimos vídeos apresentando estes e outros trabalhos na própria página da bienal, aqui.

  • Assista o vídeo sobre o Projeto Amoreiras.
  • Visite o blog do Grupo Poéticas Digitais.
  • Leia um post anterior neste blog sobre a exposição.

Janet Murray off the Holodeck?

15/02/2011

[There is and abstract in english at the end of this post.]

Estava googleando esses dias e encontrei esta palestra bacana da Janet Murray no youtube, sobre Narratividade em mídias digitais, jogos e outras coisas mais.

Leia o resto do post aqui.

Sol LeWitt, Arte Conceitual, Arte Computacional

12/12/2010

The idea becomes a machine that makes the art.
(Sol Lewitt, 1967)

Sol LeWitt (1928-2007) era um artista e teórico das Artes Conceitual e Minimalista, defendendo a primazia da idéia sobre as habilidades manuais/técnicas do artista, ou mesmo sobre a aparência final da obra de arte.

A origem da Arte Computacional se relaciona a determinadas vertentes da Arte Conceitual, como por exemplo a Arte Declarativa.

Assista um vídeo com algumas imagens da exposição Sol LeWitt: 2D+3D (2010).

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Harold Cohen – Aaron

22/11/2010

Harold Cohen - Aaron

Harold Cohen é um artista que abandonou a pintura para se dedicar à criação de um sistema computacional de geração de imagens, que batizou de Aaron. Sabemos que Cohen é o criador de Aaron, mas e quanto às criações de Aaron – são autoria de quem, e o que são?

Meu envolvimento é muito maior quando estou escrevendo programas de computador do que era quando eu estava pintando. (Cohen In Roth, 1978:109)

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Laurie Anderson – I in U / Eu em Tu

08/11/2010

Post originalmente publicado no meu blog pessoal, aqui.

I am in my body the way most people drive in their cars.

Está excelente a exposição da artista Laurie Anderson no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil),  “I in U / Eu em Tu”, que vai até o dia 26 de Dezembro de 2010.

Tem de tudo, desde vídeos e projeções, até instalações, objetos, desenhos e registros de performances, além dos ótimos textos e versos que povoam as paredes dos 3 andares (+1 subsolo) que integram a exposição.

Mais info sobre a exposição no Catraca Livre.

Me identifico e me inspiro muito por esta artista, pelo uso humano que ela faz da tecnologia, pela simplicidade e precisão dos seus escritos e principalmente pelo experimentalismo que permeia todos os aspectos do seu trabalho.

Repensando Flusser e as Imagens Técnicas – Arlindo Machado

16/09/2010

Neste breve ensaio, entitulado Repensando Flusser e as Imagens Técnicas (2001), Arlindo Machado examina a criação e a arte em meios digitais, tomando como base principalmente Vilem Flusser e seu livro Filosofia da Caixa Preta (1985).

Apesar de Machado abordar uma série de temas neste texto, achei este trecho no final especialmente interessante, por sugerir que pode estar na arte a recuperação do humano na tecnologia:

Aparelhos, processos e suportes possibilitados pelas novas tecnologias repercutem, como bem o sabemos, em nossos sistemas de vida e de pensamento, em nossa capacidade imaginativa e nas nossas formas de percepção do mundo. Cabe à arte fazer desencadear todas essas conseqüências, nos seus aspectos grandes e pequenos, positivos e negativos, tornando explícito aquilo que nas mãos dos funcionários da produção ficaria apenas enrustido, desapercebido ou mascarado. (…) Voltando a Flusser, a arte coloca hoje os homens diante do desafio de poder viver livremente num mundo programado por aparelhos. (grifo meu)

Leia o resto deste post aqui.